Dengue em Aracaju: Sete bairros estão com alto índice de infestação
Os bairros José Conrado de Araújo, Olaria, Industrial, Santo Antônio, Pereira Lobo e Dom Luciano estão com alto índice de infestação do mosquito Aedes aegypti segundo o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de julho, divulgado na tarde desta sexta-feira, 12.
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| Foto: Sílvio Rocha/PMA |
Os criadouros do mosquito mais críticos continuam dentro das casas e o principal deles são os reservatórios de água (50,6%), seguido dos pequenos depósitos (vasos e pratos de plantas, ralos, lajes, sanitários em desuso).
O lixo e o entulho, principalmente nos terrenos baldios, como pneus, sucatas de carros e garrafas, são também focos problemáticos no combate à dengue.
“Esses dados reforçam que cada um deve fazer a sua parte”, disse a secretária Waneska Barbosa, ao ressaltar que a prefeitura vem atuando com uma série de ações e que a partir de amanhã, 13, será iniciado um cronograma de um mutirão nos bairros com o alto índice de infestação.
Casos de dengue – Segundo o LIRAa, metade dos casos de dengue notificados em Aracaju foram entre menores de 14 anos de idade.
Já os bairros com maior notificação de dengue no período entre maio e 12 de julho deste ano foram: Santa Maria (104); Santos Dumont (48); São Conrado (44); Farolândia (39); Olaria (38); 17 de Março (36) e Cidade Nova (24).
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| LIRAa foi apresentado hoje. Foto: Sílvio Rocha/PMA |
Segundo o levantamento, os bairros com o vírus tipo 1 (clássico) são: Olaria, Mosqueiro, Atalaia, Robalo, Jardim Centenário, São José, Jabotiana e Ponto Novo.
Já os bairros com mais casos da dengue grave são: América; Porto d’Antas; Santos Dumont, Aeroporto; São Conrado; Santo Antônio; Bugio e Lamarão.
Sem epidemia – Apesar dos números, Aracaju está muito distante de uma situação de epidemia. Segundo o LIRAa, a capital sergipana encontra-se em situação epidemiológica de baixa incidência com um índice de 70,11 casos por 100 mil habitantes.
Para ser considerado epidemia (alta incidência) o índice seria acima de 301 casos por 100 mil habitantes.
Fonte: Célia Silva
Marcadores: Em Sergipe, Notícias, Saúde



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