Covid-19: veja como proceder em caso de reação adversa à vacina
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| A SMS disponibiliza um formulário eletrônico para a notificação de reações adversas (Foto: Marcelle Cristinne) |
Segundo a técnica do Centro de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde do Estado de Saúde (CIEVS), Larissa Ribeiro Lobo, o objetivo da notificação é monitorar e investigar os casos de ração adversa à vacina.
“No formulário de notificação, disponível no site da Prefeitura, a pessoa pode fazer a notificação em seu nome ou em nome de um familiar, preenchendo todos os dados necessários. Caso não seja possível acessar a internet, a pessoa pode se dirigir até a UBS onde recebeu o imunizante, para que o profissional de saúde avalie e faça a notificação, caso se enquadre como evento adverso”, orienta
Canais de Notificação
A SMS disponibiliza um formulário eletrônico para a notificação de reações adversas que a pessoa vacinada, seja com a primeira ou a segunda dose, possa apresentar após a aplicação, que pode ser acessado por qualquer pessoa através do link.
“Outro canal de notificação é através do E-SUS Notifica, que é um sistema nacional, onde qualquer profissional de saúde que atua no Sistema Único de Saúde pode acessar e fazer a notificação. Assim, os pacientes podem procurar uma UBS, caso apresentem alguma reação adversa, e a própria Unidade notifica diretamente no sistema nacional”, explica.
Reações mais registradas
Entre os casos notificados, as cinco reações mais registradas foram: dor local, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular, localizada ou não), fadiga e febre.
De acordo com a infectologista da SMS, Fabrizia Tavares, toda vacina aplicada gera um despertar no organismo do indivíduo para o início da produção de anticorpos, e algumas reações acabam se tornando comuns e até esperadas. Entretanto, isso pode variar de um organismo para o outro.
“A maior parte das reações é de nível leve, que geralmente permanecem por até dois dias. Isso quer dizer que o sistema imunológico do indivíduo está reagindo, respondendo àquele antígeno, àquele vírus morto que foi inoculado. Vale salientar que se deve evitar a auto-medicação, e se tiver sintomas desse tipo, procure de forma precoce o atendimento médico, caso persistam os sintomas”, enfatiza.
Fonte: AAN
Marcadores: Em Sergipe, Informativo, Notícias, Saúde


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